sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ah!,minha doce amada,
quantos versos de amor
eu poderia rabiscar sobre
este teu corpo sublime,
com minhas mãos desvairadas,
trêmulas e soltas,
por vezes firmes,
mas sempre suaves,
a percorrer teus relevos,
tuas margens,teus regatos,
a excitar tuas pétalas.
E antes que a tua boca
- minha janela para o céu,
viesse calar meus suspiros,
ávido do calor delicioso
de teu fogo genital,
faminto do teu amor,
eu deslizaria a minha boca
sobre a tua pele macia
para cobrir de beijos molhados
cada pedacinho teu.



6 comentários:

brisonmattos disse...

Quantos versos de amor vc poderia rabiscar...?
Todos que a sua inspiração conseguir traduzir.

A Escafandrista disse...

E amor nos transforma ao mesmo tempo em animais e anjos... mundanos e sublimes... tão humanos na nossa eterna dualidade. Bjs.

layla lauar disse...

Nossa!!! um poema para arrepiar a pele, ainda que não seja aquela mesma pele que você toca com tanta paixão e devoção.

lindo e sensual!!! ;)

beijos Poeta

Lis disse...

Como disse a Layla: Nossa! :)

Apaixonado e sensual, um poema com todos os temperos que a paixão exige.

Beijos.

P.S. Fiquei gratamente surpresa pela sua visita, feliz por ter um pouco de poesia lá, levada por ti.

A Escafandrista disse...

Já li várias vezes

Ava disse...

Matando as saudades, me embriagando de sua poesia...

Saudades avassaladoras...


Beijos!

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